Em muitas ocasiões as marcas são modificadas, evoluídas. Essas evolução pode se dar por vários motivos, como um novo conceito da marca, venda da empresa ou do produto, atualização tipográfica, conceituação de cores ou aplicação de políticas sociais, de mercado ou de consumo. Muitas vezes essas alterações são positivas, fazem a marca ter uma comunicação mais moderna e efetiva. Em outras vezes, elas não são tão felizes.
Temos inúmeros exemplos para citar, como a Shell, Pepsi, Google, Windows, Ebay, Lego, Starbucks, Uber, etc… Algumas dessas são marcas centenárias e outras são de empresas bem mais recentes, mas que observaram a necessidade da evolução gráfica de suas marcas.
Ora, se os gigantes do mercado investem pesado nessas atualizações, porque empresas de menor porte não podem fazer o mesmo? Não importa se é a padaria da esquina ou uma indústria de abrangência regional. Sabemos, e devemos divulgar cada vez mais, que a marca, composta de nome e de logotipo, é parte integrante da empresa, e um dos seus ativos mais valiosos e deve ser tratado como tal. Mas sabemos que não é bem assim que acontece.
A algum tempo criei um logotipo para um cliente/amigo, o master coach e terapeuta Guilherme Bernardino. Quando dessa criação, utilizei um conceito do coaching, e de outros estudos também, que é a pirâmide do ser/fazer/ter. Quem não conhece, recomendo um estudo. E depois de definido o conceito, passei para estudo das cores, formas, etc, chegando ao formato que foi aprovado pelo cliente.
Porém, recentemente, o terapeuta me disse que estava redesenhando esse conceito/ferramenta, da pirâmide. e depois de uma explicação, sugeri a ele que evoluíssemos o seu logotipo para que ficasse dentro da nova proposta. Refiz a marca e ela foi aprovada, e já passou a aser utilizada pelo cliente. Uma mudança simples, mas cheia de conteúdo e de conceito.
Abaixo vocês podem avaliar a marca antiga, acima, e a nova, em baixo.
É isso aí !!!
Fernando Zavarelli


